Corredor de trincheira coberto por uma rede de proteção anti-drones estendida sobre postes de madeira
Proteção passiva anti-drones

Redes de defesa
contra drones

Barreiras físicas de poliamida de alta tenacidade para cobrir pessoal, infraestruturas críticas e perímetros face a drones FPV. Fabrico próprio na Turquia, 17 referências em produção e mais de quatro anos de fornecimento contínuo a zonas de conflito ativo na Europa de Leste.

Referências em produção
17
Prazo porta a porta
3–4 sem.
Fábrica certificada
ISO 9001
O cenário

Um aparelho de baixo custo
contra um alvo de alto valor

O drone FPV inverteu a equação económica da proteção: custa pouco, fabrica-se em série e chega onde antes não chegava nada. Perante ele, a rede não compete em tecnologia. Compete em física.

Chega por cima

O ataque entra na vertical ou em picada, pelo eixo que nem a blindagem lateral nem o muro perimetral cobrem. Uma cobertura superior é a única barreira que corta essa trajetória.

Voa abaixo do radar

Voo baixo, assinatura pequena e aproximação rente ao terreno. A deteção chega tarde ou não chega, e a janela de reação mede-se em segundos.

O inibidor nem sempre serve

As ligações por fibra ótica e a navegação autónoma anulam a guerra eletrónica. A rede não depende da frequência que o aparelho use, porque não usa nenhuma.

Princípio de funcionamento

Interceção mecânica

Três coisas, e nenhuma precisa de corrente.

01

Apanha

A malha absorve a energia do impacto e enreda-se nas hélices e no trem de aterragem. O aparelho perde sustentação e cai fora do alvo.

02

Não emite

Sem radiofrequência, sem consumo elétrico e sem assinatura detetável. Não exige licença de espectro nem interfere com as comunicações próprias.

03

Monta-se

Panos de 200 m sobre postes de madeira, cabo tensor ou estrutura ligeira. Montagem modular, reparável no terreno e substituível por troços.

A rede é uma camada de proteção física: complementa a deteção e as contramedidas eletrónicas, não as substitui.

Aplicações

Onde está a ser instalada

Os três destacamentos que mais nos pedem.

Rede de proteção estendida sobre postes a cobrir um corredor de trincheira

Corredores e posições de pessoal

Cobertura contínua sobre trincheiras, caminhos de acesso e pontos de rendição. As cores caqui e tan acrescentam ocultação visual ao mesmo pano, sem material adicional.

Subestação elétrica protegida por uma gaiola de rede anti-drones montada sobre torres metálicas

Infraestruturas críticas

Gaiolas sobre subestações elétricas, depósitos de combustível, antenas e radares. Instalação fixa sobre torres e cabos portantes, sem obra pesada e sem parar o serviço.

Drone FPV preso numa barreira vertical de rede no perímetro de uma instalação

Perímetros e barreiras verticais

Cortinas verticais sobre postes para fechar aproximações rentes ao solo em bases, parques de viaturas e armazéns. Combinadas com a cobertura superior, fecham o volume completo.

Face a outras contramedidas

Porquê uma rede

Não substitui a deteção nem o inibidor: cobre o que eles não cobrem.

Sem licença de espectro

Não emite radiofrequência, pelo que não entra no regime legal dos inibidores nem interfere com as comunicações próprias.

Ativa 24/7 sem consumo

Não há bateria que se esgote, sistema que se desligue nem operador que tenha de estar acordado. Uma vez montada, protege sozinha.

Imune à ligação por fibra

Um drone guiado por fibra ótica ou com navegação autónoma ignora a guerra eletrónica. A barreira física não distingue como o aparelho é guiado.

Custo por metro quadrado

Fabrico próprio, sem eletrónica e sem manutenção programada. O dano repara-se por troços em vez de substituir o sistema inteiro.

FAQ

Perguntas Frequentes

O que nos perguntam antes de fechar uma encomenda

Depende do tamanho do aparelho de que se quer proteger. Como orientação: 20–45 mm para drones FPV pequenos, 70–100 mm para multirrotores maiores e asa fixa ligeira, e 150–300 mm para cobrir grandes superfícies ou como camada exterior de camuflagem. Antes de fechar uma encomenda revemos consigo o cenário concreto e o tipo de estrutura de montagem.

Toda a gama atual é poliamida (Nylon 6) com nó, em panos de 200 metros de comprimento esticado e disponível em branco, caqui e tan consoante a estação. Foi-nos pedida a mesma gama em HMPE (polietileno de altíssimo módulo) e estamos a trabalhar na sua produção: consulte-nos sobre disponibilidade e prazos.

A montagem habitual é sobre postes de madeira ou estrutura ligeira com cabo tensor, formando uma cobertura superior, uma cortina vertical ou uma gaiola completa. Os panos sobrepõem-se e cosem-se entre si, pelo que um troço danificado se substitui sem desmontar o resto. Não fornecemos a montagem: entregamos o pano e a assistência técnica para o dimensionar.

De 3 a 4 semanas no total: 2-3 semanas de fabrico nas nossas instalações de Yozgat mais 5-7 dias de trânsito terrestre até à Península. Fazemos envios semanais para a Europa. Para encomendas grandes ou recorrentes podemos planear a produção com antecedência.

Não. É uma camada de proteção física que atua quando o aparelho já está por cima, e por isso funciona também contra drones guiados por fibra ótica ou autónomos, imunes à guerra eletrónica. O habitual é combiná-la com deteção e contramedidas, não escolher entre umas e outra.

Precisa de cobrir uma posição ou uma instalação?

Diga-nos a superfície, o tipo de estrutura e a ameaça que espera. Devolvemos referência, quantidade e prazo.

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